terça-feira, 21 de julho de 2015

Alunos retornam a pé de matinhos após as aulas a noite por falta de transporte coletivo


Duas coisas andam mal em Pontal do Paraná!


Duas coisas andam muito mal, que afetam demais a população pontalense. Das quais a grande parte das pessoas fingem que não existe, ou não querem enxergar. Pois trata-se da saúde do povo, e da mobilidade do povo, dos mais simples que precisam do transporte urbano para se locomoverem, pois não possuem veículos. A outra é a saúde, que na grande maioria, dependem dos postos de saúde, dos exames e do 24hs, e dos medicamentos. É inacreditável a omissão e a incapacidade de gerenciamento neste sentido. Pois basta passara as 6h ou 7h da manhã na frente de qualquer posto de saúde, para perceber que nosso povo fica a mercê do tempo, tanto na espera pois todos sabem que horas abre um posto destes! E quando são atendidos, esperam muito tempo tanto pelo atendimento, como para dias certos para exames, que muitas vezes são encaminhados para particulares, devido a demora da realização dos mesmos. Isto é justo? Pergunto aos srs.? Onde estão os tais ditos representantes do povo? Fazendo assistencialismos para seus currais eleitorais? É bom repensar nos seus métodos, pois estes não irão funcionar mais!

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Pontal do Paraná em foco

As mais lindas paisagens em fotos de vários internautas você encontrará aqui neste espaço que criamos para poder interagir com todos aqueles que amam Pontal do Paraná.


sábado, 11 de abril de 2015

Eleições 2016 sem coligações das proporcionais


Quando publiquei o quadro de como ficaria a câmara municipal de pontal sem as coligações da proporcional. Muitos que não compreendem muito bem como funciona a QE quociente eleitoral por partidos, equivocadamente julgam que seus partidos que aparecem no quadro a título de demonstração, como PMDB e PV acham que estão seguros em relação a próxima eleição de 2016. Ledo engano! Pois o intuito é mostrar que qualquer partido que tenham uma boa chapa completa de vereadores, pode sim ter seus vereadores. Sendo assim, muitos daqueles que já possuem mandatos, dificilmente terão facilidades para comporem suas chapas. Haja vista que os potenciais pré-candidatos, já teriam de antemão, quem seria os "cabeça-de-chapa", e necessariamente estes teriam que auxiliar todos os demais integrantes, equitativamente. Pois mesmo fazendo mil votos, mas não fazendo legenda para seu partido, ficam de fora. E pré-candidatos que não tem a expectativa de entrar no pleito, dificilmente trabalha. Mesmo que seja dado estrutura de campanha para que este venha a trabalhar.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Como ficariam as vagas na Câmara Municipal de Pontal do Paraná sem coligações proporcionais

O Plenário do Senado aprovou no último dia 24 do mês passado, em segundo turno, o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 40/2011, do ex-senador José Sarney (PMDB-AP) faz parte de um grupo de matérias relacionadas à reforma política selecionadas pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, e pelos líderes partidários.
Caso ocorra sua aprovação na Câmara dos Deputados, isso causará uma grande mudança e transformação na forma que políticos e partidos conduzem suas estratégias eleitorais.
Vamos fazer um exercício, tomando por base a mesma composição dos partidos da eleição de 2012 para Câmara Municipal de  Pontal do Paraná. Vamos considerar que a PEC 40 somente proíbe a coligação proporcional, não alterando as demais regras sobre quociente eleitoral, partidário e número de candidatos por partido.
Na eleição de 2012 somente dois (2) partidos alcançaram o quociente eleitoral (1.213 votos) para eleger vereador (PMDB E PV).
Seguindo a regra do QP, o PMDB e o PV teriam alcançado uma (1) vaga direta.
Pela regra das médias, também conhecido como sobras, o blog elaborou uma tabela para verificar  como ficaria a distribuição do restante das  vagas:
1ª sobra – PMDB;
2ª sobra – PV;
3ª sobra – PMDB;
4ª sobra – PMDB;
5ª sobra – PV;
6ª sobra – PMDB;
7ª sobra – PV ;
8ª sobra – PMDB e
9ª sobra – PV.


A composição da Câmara de Pontal do Paraná, utilizando a regra da não composição proporcional, seria assim:
PMDB – 6 vagas –  Marcelo do Tião, Nete do Posto, Baiano, Edilene do Peti, Professor Diogo Costa e Franco.
PV – 5 vagas – André Camargo, Oseias, Sene, Barriga e Altair.
O candidato Altair (PV) conseguiria uma vaga na Câmara Municipal com 158 votos.
Dos atuais vereadores, oito (8) não teriam alcançado uma vaga:
Nega, Osni Ceara, Cleonice, Beto Silva, Pastora Debora, Dr. Valdevino, Juvanete, Prefessora Rosilene.

Créditos: 

Guilherme Zavataro

Guilherme Zavataro, 34 anos, Gestor de Educação Socioambiental da Companhia de Saneamento do Paraná - Sanepar, Advogado, especialista em Direito Socioambiental e atuante em projetos e ações nos diversos segmentos da sociedade, com especial foco na inclusão social.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Transporte Coletivo entre Matinhos e Pontal

Hoje iremos falar sobre algo que tem afetado a população que utiliza o transporte coletivo. Desde alguns meses, a empresa oceânica impõe ao cidadão, passageiros de suas linhas. A fazerem baldeação no ponto zero, no limite entre o município de Matinhos e Pontal. Ali, todas as pessoas são obrigadas a ficarem esperando debaixo de chuva, sol, frio, sem ao menos uma cobertura ou assento. É obrigação da empresa colocar algo ali que proteja seus clientes, passageiros que utilizam todos os dias aquela linha entre os dois municípios. Muitas vezes observamos crianças, idosos, deficientes e tantos outros a permanecerem ali sem o mínimo de segurança. Aliás, nem ao menos um local adequado existe para os ônibus para estacionarem. Os passageiros não tem banheiros, e acabam utilizando da panificadora da vovó que fica bem em frente. Em conversa com a Sônia, proprietária do estabelecimento. Reclamou por diversas vezes, para a empresa, para a prefeitura, e até o presente momento não obteve respostas. Quem irá se manifestar sobre este assunto?

sábado, 1 de novembro de 2014

Contra os "paraquedistas" de Pontal

Os comerciantes de Pontal se posicionam contra os “paraquedistas” de temporada que vem todos os anos fazer concorrência desleal com os estabelecimentos permanentes que se estabeleceram no município. É desleal porque não há fiscalização por falta de efetivo na prefeitura para coibir as atividades dos milhares de vendedores dos mais variados produtos que apenas aparecem nesta época do ano. Exatamente nesta época é que o comércio tem receitas para colocarem dia suas contas de baixa temporada e que acabam sofrendo com a aparição de tantos comércios. Podemos pontuar vários senão centenas de problemas ocorridas em temporadas passadas, e que certamente virá a ocorrer nesta pois nada foi nem será feito pela administração pública neste sentido.
É sabido que o município vizinho de Matinhos, tem um rígido controle sobre o comércio ambulante em época de temporada. Os que tentam burlar a lei naquele município, é convidado a se retirar e terem confiscados suas mercadorias. Geralmente são escoltados até o limite da cidade, que é exatamente no marco zero entre Matinhos e Pontal. Como aqui não existe nenhuma ação para coibir tais problemas, acabam proliferando nas ruas, calçadas, calçadões, muitos deles ainda alugam espaços temporários, sem o mínimo de estrutura para seu devido funcionamento, pois não tem alvarás, licença sanitárias, extintores, luz de emergência, não são cobrados as limpezas de suas caixas dágua, não são cobrados destes as taxas de coleta de lixo, etc.
Quando os veranistas tentam andar nos mais variados calçadões existentes, são obrigados a transitar em corredores, para desviar dos artigos espalhados pela calçada. A sociedade civil organizada pode e deve auxiliar nesta fiscalização fazendo denúncias ao depto. de fiscalização do município. Se a administração pública não faz absolutamente nada a respeito, então a sociedade civil organizadamente fará sua parte, cobrando e cobrando, e cobrando, pois somente a pressão popular faz com que saiam do papel os discursos eleitoreiros.
A lei federal que trata as Micro e Pequenas Empresas, e as MEI Microempreendedores Individuais, facilitam a abertura de novas empresas e saída da informalidade de muitos comércios. Amparados na lei, estes novos comércios não precisam pagar alvará no primeiro ano, nem o primeiro alvará dos bombeiros, e a vigilância sanitária por 6 meses, mas lembro que isto se trata apenas da abertura, pois a partir do segundo ano, paga como todo e qualquer comércio a renovação de alvará e das taxas municipais. É necessário uma maior fiscalização do poder público no acompanhamento destes estabelecimentos que são criados na época de temporada, monitorando suas atividades para que não haja “maquiagem” e tentem burlar o sistema para não permanecerem no município. Deve ser criado históricos destas empresas criadas nesta época do ano para que não venham todo ano com utilizando de formas de burlar a legislação e a cobrança de taxas e impostos. O município perde e principalmente o comércio em geral e principalmente a população que acaba pagando por isto.